Coloco a máscara saio à rua.
Nunhum prestígio, nenhuma obscuridade
me impede, agora, de ser Tua,
de livre e espontânea vontade.
Permaneces no meu coração,
Eu na tua mão.
Mas não faças de mim atrito
que se despreza em problemas ridículos.
Finalmente, chego onde devo estar
Nunca de lá devia ter saído
do aconchego daquele
MEU lugar, naquele mundo perdido.
Perdidos entre as palavras pronunciadas
Males esquecidos e histórias inacabadas
só quero que saibas, que afinal
as histórias estavam erradas!
Não sou quem tu pensas que sou
Sou apenas uma que a Máscara utilizou,
Revelar-me deixou de ter sentido
aqui, o verdadeiro Eu passa despercebido!
By: Marisa de Oliveira 21/10/06
:enrola o pregaminho e remete-o a...:
10.21.2006
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7 comentários:
Epa..Está memso fixe! Devias escrever mais poeminhas, não?
Já agora gostava de saber para quem é... hihihi
***
muitos beijinhos fofos para a menina Marisa
Gemela A
não sei porque é que ninguém comenta neste post! o peoma est+a muito giro!!!!
Go GO Marisa, Go Go!!!
o post anterior é da Gemela A.
N faz mal..
Não escrevo para ter comentários, escrevo porque gosto!!!
Beijinho adoro_te
Ha Ha não digo para Quem e...
Gosto bué ! è fixolas. Mas tenta fazer um poema mais alegre para a proxima, ok?
mtos kisses.
Elá!
Um poema destes em cinco minutos a modos que é uma proeza!
Tinhas feito furor na nossa aula de PIL.
Gostei mesmo muito do poema, em especial da última estrofe.
Não está assim muito dark, está mais... intrigante. Estonteante. Fabuloso. Já não rimou, mas não faz mal. xD
Humm... Que mais?
Mais nada.
Já disse tudo o que tinha a dizer.
Amo-a!
joikautionhaes ***
Bê.
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